POUPANÇA, PREVIDÊNCIA PRIVADA E TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO SÃO AS MODALIDADES MAIS CONSIDERADAS COMO TIPO DE INVESTIMENTO

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POUPANÇA, PREVIDÊNCIA PRIVADA E TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO SÃO AS MODALIDADES MAIS CONSIDERADAS COMO TIPO DE INVESTIMENTO

Até que ponto os investidores brasileiros sabem, de fato, quais são as opções de investimento disponíveis no mercado? Além disso, em quais delas essas pessoas não estariam dispostas a aplicar recursos financeiros? Considerando o grau de conhecimento acerca de cada uma das modalidades de investimento investigadas na pesquisa, numa escala de um a cinco, as mais conhecidas são a Caderneta de Poupança (média de 4,29, sendo que 79,7% conhecem muito), a Previdência Privada (média de 3,01, sendo que 40,1% conhecem muito) e os Títulos de Capitalização (média de 2,95, sendo que 37,1% conhecem muito).


As modalidades de investimento menos conhecidas, por sua vez, são a LCI / LCA (média de 2,19, sendo que 64,1% conhecem pouco ou nada), Derivativos (média de 1,90, sendo que 72,4% conhecem pouco ou nada), e Debêntures (média de 1,75, sendo que 77,1% conhecem pouco ou nada). 


Percebe-se que os investidores da Classe A/B são os que mais conhecem opções de investimento como a Cadernetas de Poupança (85,8%), a Previdência Privada (53,5%), os Títulos de Capitalização (44,5%) e os Fundos de Investimento (36,1%), dentre outros. Vale mencionar ainda que a Caderneta de Poupança é menos conhecida entre os mais jovens (70,6%, contra 91,0% entre os mais velhos), enquanto o Tesouro Direto é mais conhecido entre os homens (31,1%, contra 19,5% entre as mulheres). 


Quatro em cada dez investidores analisam seus investimentos todos os meses (44,7%), como seria o recomendável, ao passo em que 22,0% o fazem a cada 2 ou 3 meses, 15,1% não têm frequência certa e 5,6% não analisam seus investimentos. Em média, são feitas 8,5 análises por ano.


Independente do nível de conhecimento dos brasileiros e se de fato algumas modalidades sejam consideradas um meio de investir dinheiro para obtenção de ganhos reais, a pesquisa mostrou que muitas escolhas por vezes podem ser equivocadas: por exemplo, tratar como investimentos aquilo que não traz nenhuma rentabilidade, como o carro para uso próprio, imóveis para moradia, e também produtos como títulos de capitalização. 

Considerando o universo dos brasileiros com reserva financeira, independentemente de investir ou não, as principais modalidades percebidas como investimento são a Caderneta de Poupança (88,3%), o aluguel de casa/apartamento (79,0%) e os Fundos de Investimento (77,5%). 

Até mesmo bens de consumo, como é o caso do carro particular para uso próprio, foi considerado uma modalidade de investimento por 41,3%; já o carro para transporte particular de terceiros foi considerado investimento por 40,7%. Além dessas, as Debêntures (46,8%), a LCI/LCA (42,5%) e os Derivativos (37,3%) são as opções que mais deixam os respondentes em dúvida se seriam, ou não, formas de investir seu dinheiro. 

OPÇÕES QUE CONSIDERA UM TIPO DE INVESTIMENTO


Quanto às modalidades que geram mais rejeição nos investidores brasileiros, ou seja, aquelas em que eles “não colocariam dinheiro de jeito nenhum”, as mais mencionadas são as Criptomoedas - bitcoin, litecoin, etherium etc. (32,8%), as Debêntures (27,7%), o Carro para transporte particular de outras pessoas (24,5%, aumentando para 30,6% na Classe A/B) e os Derivativos (24,0%, aumentando para 36,3% entre os mais velhos). No entanto, um em cada cinco respondentes garante não ter qualquer restrição: poderia utilizar qualquer uma das modalidades apresentadas (20,3%). 
Fonte: Investidor 

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