O QUE É FOREX (Foreign Exchange Market) - Mercado de câmbio

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FOREX (Foreign Exchange Market) - Mercado de câmbio

O que é Forex?

De maneira geral, Foreign Exchange Market é um conjunto das operações envolvendo trocas entre moedas dos diversos países do mundo. Fazem parte desse mercado todos os governos, bancos, empresas e indivíduos que transacionam moedas (por exemplo, troca de reais por dólares). Também se insere nesse mercado o investimento em ativos que tenham o seu valor ou rendimento vinculado de alguma forma ao valor de moedas estrangeiras.


Mais especificamente, este alerta trata dos derivativos baseados em pares de moedas estrangeiras, comumente conhecidos como Forex. A operação simulada por esses derivativos é a compra de uma determinada moeda, com simultânea venda de outra. Ou seja, as moedas são negociadas em pares, por exemplo: dólar e iene (USD/JPY). O investidor não compra dólares ou ienes fisicamente, mas uma relação monetária de troca entre eles, e é remunerado em função da diferença na valorização dessas moedas. O Forex, portanto, é um tipo de derivativo cujos ativos subjacentes são pares de moedas. 


Como as cotações das moedas (dólares, euros, libras etc.) variam livremente, sob a influência de eventos políticos e/ou fatores econômicos, o mercado de Forex é caracterizado pela sua alta volatilidade. Assim, apesar de ser útil para estratégias de proteção (“hedge”) contra variações na taxa de câmbio - para exportadores, por exemplo -, o investimento em Forex é considerado de alto risco, principalmente pelo uso da chamada “margem” para operar.  


A “margem” é um mecanismo que permite aos investidores negociar um volume maior de dinheiro, aplicando apenas uma parte dele. Como a operação é liquidada apenas pela diferença entre as valorizações de diferentes moedas, não é necessário que o investidor tenha inicialmente disponível todo o montante de recursos envolvido na operação. O Forex permite que seja depositada, efetivamente, apenas uma “margem” para cobrir as variações diárias dos pares de moedas. A margem dá ao investidor maior alcance para operar, podendo, assim, realizar operações de grande vulto.


Por exemplo, em algumas corretoras estrangeiras (“brokers”), a margem é de 100:1, permitindo ao investidor (chamado “trader”) fazer uma operação com o valor de referência de 100 mil dólares, depositando apenas 1.000 dólares. Essa estrutura permite realizar maiores lucros, MAS TAMBÉM ACABA POSSIBILITANDO MAIORES PERDAS. A lógica é a mesma, pois como o valor que se pode negociar com um determinado investimento é multiplicado, assim são também os resultados, sejam positivos ou negativos. Logo, o que se deve ter em mente é que há RISCO nesse mercado e que esse risco cresce de modo muito significativo quando operando em margem. 

Fonte: Investidor

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