APENAS 27% INVESTEM HÁ MAIS DE CINCO ANOS

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APENAS 27% INVESTEM HÁ MAIS DE CINCO ANOS

Investir envolve planejamento e conhecimento para discernir e fazer boas escolhas. Quem investe aumenta consideravelmente as chances de concretizar planos, pode enfrentar menos dificuldades durante períodos de turbulência econômica e se torna mais capaz de moldar um futuro melhor para si e para a família. 


Muitos brasileiros já vivenciam esse universo, mas se trata uma experiência relativamente recente para a maioria: entre aqueles que têm dinheiro em alguma modalidade de investimento, 14,6% investem há menos de 6 meses e 31,3% o fazem há menos de 1 ano. Ao mesmo tempo, apenas 26,6% investem há mais de 5 anos, segundo o levantamento “Cenário da Poupança e dos Investimentos dos Brasileiros”, feito pela Confederação Nacional de Dirigentes lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil.


E mesmo entre aqueles que investem, predomina uma postura conservadora, o que faz com que muitas pessoas acabem optando por modalidades tradicionais como a caderneta de poupança, por exemplo – embora, historicamente, os rendimentos mal compensem a inflação, podendo resultar até em perdas a depender do momento.


É claro que a estagnação da renda do trabalhador e o desemprego elevado no país são fatores que desestimulam o hábito de poupar ou investir, já que muitos brasileiros estão ocupados com a mera sobrevivência, ou seja: pagar as contas do mês e adquirir o básico para o dia a dia. 

Por outro lado, até que ponto a conjuntura econômica é a responsável por esse comportamento? Não haveria, também, um componente de consumo imediatista que dificulta a adoção de uma visão de longo prazo? E mais: por que, mesmo numa época em que se multiplicam os programas de TV, os analistas, os blogs e sites dedicados a falar sobre investimento e educação financeira, ainda há consumidores que preferem guardar dinheiro em casa? 


A fim de compreender melhor esse quadro, o estudo busca estabelecer o perfil do poupador / investidor brasileiro, considerando aspectos como: os instrumentos de reserva financeira mais utilizados e os mais rejeitados; motivos para guardar e para não guardar dinheiro; valor da reserva, frequência de investimento, tempo e modalidades de investimento; fatores para a tomada de decisão e o grau de conhecimento dos investidores sobre o tema, bem como seus hábitos e práticas financeiras mais comuns.  

Fonte: Investidor

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